As condições de uma gestão democrática social do processo de trabalho (II)

Desde o final da década de 1960 até os dias atuais, tem-se acompanhado uma transformação substancial nas relações de trabalho e nas formas de produção e reprodução do capital. O modelo de organização das atividades produtivas foi alterado para além da busca incessante por mercados globais: ele próprio passou a ser global. No interior das indústrias, observou-se que a implementação de novas tecnologias físicas, bem como as reengenharias, a terceirização e os novos modelos gerenciais acabaram conduzindo a outra organização do universo das relações sociais que os compunham (FARIA, 1992). Nas indústrias com produtos de maior valor agregado, intensificou-se a substituição de trabalhadores por meio da utilização de instrumentos com elevada concentração de capital resultando em crescentes índices do que se chama de “desemprego tecnológico” no decorrer dos anos 1980 e 1990 até mesmo nos países mais desenvolvidos.
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José Henrique de Faria

José Henrique de Faria

Professor Titular da UFPR, no Programa de Pós-Graduação em Administração - PPGADM (Mestrado e Doutorado) em Universidade Federal do Paraná
Pesquisador nas Áreas de Economia Política do Poder em Estudos Organizacionais e de Epistemologia Crítica do Concreto, Metodologia e Teoria.Orientador de Mestrado e Doutorado. Diretor Executivo do Instituto Ambiens de Pesquisa, Educação e Planejamento. Coordenador do Programa de Mestrado em Governança e Sustentabilidade do Instituto de Administração e Economia do Mercosul (ISAE-PR).
José Henrique de Faria

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